O rei do porno reggae numa gravação rara de um funk quase disco, também na pegada da putaria bem humorada, em uma linha bem 80′s, produzida pela própria e obscura gravadora Dreadworks. Não vale só pelo valor nostalgia, mas o som é bom de fato. Escutem esta também.
Arquivos do Blog
Um doc que vale a pena dar uma força pra ser lançado
Antes de recomendações de livro da Oprah e o querido eterno virgem da América, Arsenio Hall, tivemos Ellis Haizlip, o Mr Soul!, apresentador do programa homônimo que, infelizmente, durou só cinco anos, mas apresentou pela primeira vez, as visões, opiniões e política do negro americano, e descabaçou para o mundo artistas como Harry Belafonte, Last Poets e Earth, Wind & Fire. Sem contar a genial Maya Angelou, uma das maiores revolucionárias de nosso tempo.
Agora, no Kickstarter, estão produzindo um documentário sobre os 40 anos desta obra. Desnecessário dizer que qualquer um apoiando é um amigo pessoal da ACTION. Vê lá!
O dancehall em 355 páginas
Um dos principais historiadores do dancehall moderno, Beth Lesser, está com um livro novo, o Rub a Dub Style: The Roots of Modern Dancehall. É o primeiro livro do cara que pode ser baixado grátis, via PDF, pelo site dele. Com capitulos específicos para os melhores artistas e principais tópicos, são mais de 350 páginas que contam tudo dos 70s aos 90s; de como o gênero surgiu e evoluiu.
Velho mundo também tem rap de torcida
A onda nova que surgiu das arquibancadas se chama Hoolie Hop e vem crescido em especial por contas de artistas como o alemão Joe Rilla. Em geral, ao contrário da sua contraparte brasileira, falam pouco dos times a que torcem, e mais das firmas, grupos de hooligans, e das suas habilidades na mão, simulando tretinhas carregadas de pós produção nos clipes. De qualquer modo, parece um estilo que atualmente tem ganho mais adeptos, sem trocadilho.
Quero ser Sugarhill Gang
O Eminem reclamava de que tinham alguns white boy rappers se vestindo e agindo como ele. Já o Sugarhill Gang agora reclama de que suas identidades foram, literalmente, roubadas. Artistas desconhecidos estão usando os nomes dos integrantes para se apresentar como o grupo em casas de show, na esperança de fazer algum dinheiro. O drama judicial e o prejuízo, bem como muito da história da banda, foi documentado no longa I want my name back. Pelo que parece, infelizmente, só está sendo exibido em festivais, mas resta a esperança de vir pra cá.
Lambretta lança coleção inspirada na Trojan Records
A Lambretta, marca de roupas inspiradas na cultura mod, suede e casual, lançou essa semana uma coleção em parceria com a mais famosa label britânica de reggae, a Trojan. Apesar de simples, tem algumas peças bem bacanas, vale a pena dar uma olhada tanto na coleção quanto no resto.
Prévia do novo disco do The Impellers
Com um pé no spy/acid jazz e uma vocalista peso-pesado, o grupo britânico The Impellers é daquelas descobertas que farão o caminho até teu playlist da eternidade. Lembrando o primeiro disco do Quantic Soul Orchestra, banda que, por sinal, achei que já tínhamos falado aqui antes, Impellers fez a melhor versão da modernete That’s not my name, do Ting Tings, e já chegaram a dividir o palco com o Breakestra.
Por ora eles só tem o álbum Robot Legs lançado e, pelo que consta, já deveriam ter lançado, pela label Mocambo, o segundo disco This Is Not A Drill - quando isto acontecer, emendamos e falamos um pouco melhor deles. No entanto, já dá para ouvir uma das inéditas no SoundCloud.
Novo release de lovers rock da SoulJazz Records
Com a onda de documentário e a recente onda de novo interesse no ritmo, a sempre surpreendente SoulJazz lançou Harmony, Melody & Style – Lovers Rock and Rare Groove in the Uk 1975-1992. Pega cronologicamente desde o início do gênero até um pouco antes dele se confundir com o urban e o r&b moderno.
Lançado simultaneamente em CD e LP duplos, dá pra ouvir online alguns trechinhos aqui.
That’s my way, o single do Edy Rock
Primeiro single solo do Edy Rock (Racionais MC’s), com participação do Seu Jorge.







